quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Iraê volta à Assembléia no lugar de Guilherme Almeida



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  • Publicado por Tião Lucena em 24.01.2013


    Mesmo como suplente, Iraê volta à Assembléia no lugar de Guilherme Almeida



    A suplente de deputada Iraê Lucena (PMDB) assumiu, na manhã desta quinta-feira (24), a titularidade do mandato na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), em substituição ao deputado Guilherme Almeida (PSC), que se licenciou do cargo para assumir o comando da Secretaria de Agricultura de Campina Grande.
    Iraê é 3ª suplente da coligação PMDB/PSC, que disputou as eleições estaduais de 2010. A solenidade de posse aconteceu no gabinete do deputado licenciado Guilherme Almeida e foi presidida pelo deputado Trócolli Júnior (PMDB).
    Na oportunidade, Guilherme Almeida disse assumiu a missão de servir a sua terra Campina Grande, mas afirma que está tranquilo em deixar a Casa de Epitácio Pessoa, já que tem certeza que “o seu mandato está em boas mãos”. “Fui chamado para assumir o desafio de servir a minha terra, mas com tranquilidade de saber que serei bem representado, pois Iraê tem muita experiência política, ética, honestidade e competência”, afirmou.
    No seu discurso de posse, a deputada Iraê Lucena disse que chega para seu quarto mandato na Assembleia para desarmar os espíritos, pois a eleição já passou e o próximo pleito só acontece em 2014. “Venho para a Casa com a bandeira de pregar a paz, para que a Paraíba possa acelerar seu ritmo de desenvolvimento, pois todos os estados só crescem se os políticos estiverem unidos”, sustentou.
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  • Publicado por Tião Lucena em 24.01.2013


    Raissa pula num pé só de alegria com a notícia da construção do hospital da mulher em João Pessoa


    A vereadora Raissa Lacerda está exultante com a notícia dada pelo prefeito Luciano Cartaxo de que a presidente Dilma Rouseff, durante audiência, em Brasília, aprovou e dará total apoio para a construção do Hospital da Mulher em João Pessoa.
    “Parabenizo o prefeito Luciano Cartaxo por esta iniciativa o que demonstra o respeito que ele tem para com as mulheres e por lutar, logo do início da sua gestão, em prol desse grande benefício para as mulheres”, ressaltou Raissa, acrescentando que, “com a construção do Hospital da Mulher permitirá que esse segmente social conte com um ambiente especializado em doenças específicas da mulher.
    A vereadora Raissa Lacerda lembrou que desde início do seu primeiro mandato na Câmara Municipal de João Pessoa, tem reivindicado tanto da tribuna da Casa como também através de Projeto de Lei, em favor da construção do Hospital da Mulher em João Pessoa, por considerar que trata-se de um instrumento hospitalar de grande valia para a sociedade.
    Essa nossa iniciativa foi encampada pelo prefeito Luciano Cartaxo durante a campanha eleitoral, através do seu Plano de Governo como também no Guia Eleitoral. Ao tomar este iniciativa o prefeito Luciano Cartaxo cumpre com mais um compromisso de campanha, afirmou Raissa.
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  • Publicado por Tião Lucena em 24.01.2013


    Candidato a presidente da OAB é processado por improbidade administrativa


    Um dos candidatos à presidência da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) nacional, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, é réu em processo por improbidade no Piauí.
    Ele é acusado de ter recebido R$ 42,3 mil do município de Antonio Almeida (a 400 km de Teresina) sem ter prestado os serviços correspondentes.
    O advogado chegou a ter os bens bloqueados, medida que foi revertida na segunda instância da Justiça.
    Furtado Coêlho diz que seu escritório prestou os serviços pelos quais foi contratado e que é vítima de perseguição de um promotor.
    Na ação, iniciada em 2009, o promotor Vando da Silva Marques relata que o escritório de Furtado Coêlho foi contratado pela prefeitura, mas prestou serviços privados ao prefeito, acusado de compra de votos e abuso de poder econômico na campanha para a prefeitura em 2008.
    O prefeito, o tucano Alcebíades Borges do Rego, acabou cassado em 2011 pelo Tribunal Regional Eleitoral do Piauí devido às acusações.
    "Assim resta claro e evidente que houve contratação simulada do escritório de advocacia", escreveu o promotor na ação civil.
    O escritório de Furtado Coêlho foi contratado sem licitação para prestar consultoria --não somente na área jurídica-- à prefeitura.
    O promotor afirma que essa medida feriu a lei das licitações e que a generalidade do contrato é inusual, já que o escritório é especializado em direito eleitoral.
    O promotor incluiu na ação certidão da secretaria judicial do município, segundo a qual o escritório de Furtado Coêlho não havia prestado nenhum serviço jurídico à prefeitura até outubro de 2009.
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  • Publicado por Tião Lucena em 24.01.2013


    O feitiço contra o feiticeiro: Sem terras invadem a fundação de Lula e ele fica chateado


    O diretor-presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, se reuniu nesta quarta-feira com os invasores da entidade e disse aos jornalistas que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou "chateado" com a ação dos sem-terra. "Relatei o movimento e ele ficou chateado porque o pessoal invadiu e ele teve de mudar a agenda, mas faz parte", disse Okamotto.
    Segundo ele, Lula viria para ao escritório nesta quarta-feira, mas decidiu viajar para lugar não divulgado. Okamotto ressaltou que o grupo tem a solidariedade do ex-presidente, mas que ele, Okamotto, não concorda com o método dos invasores. "Eles têm a solidariedade do presidente Lula para resolver o problema do assentamento e de todos nós. O que eu não posso concordar é com os métodos que eles estão usando. Eu acho que é inadequado, não pediram sequer uma audiência. Nunca pediam apoio", reclamou o diretor-presidente do Instituto Lula.
    Okamotto afirmou ainda que tudo o que a entidade poderia fazer pelos invasores, além de oferecer "café e água", já foi feito. "Mais do que isso é dizer que o movimento deles está certo, mas que a forma não me parece muito correta."
    Ele transmitiu aos sem-terra a disposição da presidência do Incra em recebê-los, desde que eles deixem o Instituto Lula e a sede do Incra em São Paulo. "Por enquanto, estão como nossos convidados aí, mas não podem ser convidados eternos, têm de achar uma solução", disse o diretor-presidente descartando uma medida judicial para a retirada dos invasores neste momento. "A partir de agora é a relação deles com o governo. O nosso papel é só levar os fatos que ocorreram para ver se as autoridades tomam alguma providência", completou.
    De acordo com Okamotto, que teve o consentimento dos invasores para entrar no prédio, as instalações estão preservadas. Com essa ação, ele já avisou que pretende mudar os procedimentos de segurança do Instituto Lula para evitar ações semelhantes. "Certamente algumas rotinas terão de ser alteradas."

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